Graças ao E2 foi possível fazer a cobertura fotográfica da Conferência. Para as partilhar optámos por criar uma galeria no flickr e um grupo para permitir a outros utilizadores partilhar as fotos que tiraram.
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XI Encontro do Departamento de Comunicação Organizacional
Graças ao E2 foi possível fazer a cobertura fotográfica da Conferência. Para as partilhar optámos por criar uma galeria no flickr e um grupo para permitir a outros utilizadores partilhar as fotos que tiraram.
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Foi este o tema do X Encontro de Relações Públicas. Para manter a coêrencia e garantir que o resultado do encontro não se perdia, também se produziu um documento que resumia os pontos principais e tentava traçar um caminho ideal.
Assim que possível publicamos o documento que foi apresentado no Encontro deste ano.
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Por mais interessante que seja um encontro, por mais ideias que se troquem e planos que se façam, corremos sempre risco de que que o resultado seja apenas a recordação do evento.
Dos últimos eventos realizados na Escola Superior de Comunicação Social (ESCS) resultaram sempre documentos que resumiam o encontro e algumas das ideias e questões debatidas.
Em 2006, esse documento reflectia a necessidade de Acreditar a Profissão de Relações Públicas.
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José Paulo Machado exerce, desde 2003, as funções de assessor do Conselho de Administração da Sumolis, SA, sendo ainda membro do Conselho de Gerência da Sedurbel - Imobiliária e Empreendimentos Turísticos, Lda e vogal do Conselho de Administração da Refrigor SGPS,S.A. É licenciado em Finanças pelo Instituto Superior de Economia da Universidade Técnica de Lisboa e possui uma pós-graduação em Gestão pelo INDEG/ISCTE.
A sua participação neste XI Encontro insere-se no tema “Construir Pontes”, referindo-se à necessidade de criar relações entre as organizações, e entre organizações e os seus stakeholders. Com a sua participação contamos compreender a perspectiva do Grupo Sumol a respeito deste tema.
Ainda neste painel vamos ter apresentações por parte de alunos da Escola Superior de Comunicação Social, que vão partilhar com o auditório a sua experiência em contexto internacional e académico.
Estamos a falar concretamente de três projectos: um primeiro em parceria com o próprio Grupo Sumol que se dedicava à Identidade e aos Valores como conceitos centrais. O projecto Globcom de Public Diplomacy, onde o foco era criar pontes tendo por base os Emiratos Árabes Unidos; E o Projecto Euprera 2008, onde se debateu o papel das relações públicas dentro das organizações e como elemento essencial para a comunicação entre os diferentes stakeholders e os membros dos quadros decisores.
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Quando concordamos que “Construir valores e construir relações” é um dos aspectos fundamentais da actividade das RP não podemos esquecer o que constitui a base de qualquer profissional: a sua capacidade de compreender e aceitar a diferença; a sua capacidade de construir pontes porque - como dizia um autor (concordo hoje que ligeiramente light) da minha infância Richard Bach - “não há nem longe nem distância”.
Este é o terceiro ano consecutivo em que no âmbito dos Encontros de Departamento de Comunicação Organizacional tentamos fazer novos amigos retomando velhas tradições de uma sociedade portuguesa ligeiramente menos consumista… oferecer presentes minimamente úteis para quem os recebe e que deixe quem os oferece um bocadinho mais feliz … meias (o ano passado), lápis, cadernos, canetas, marcadores este ano; kits escolares para as meninas e para os meninos estudantes do ensino elementar das ilhas Urok, Arquipélago dos Bijagós, Guiné-Bissau (http://www.imvf.org/gca/index.php?id=186).
Parece-me fundamental salientar que as escolas existentes nas ilhas Urok são escolas comunitárias geridas inteiramente pela população - com o apoio do Projecto Educação Primária para Todos nas Ilhas Urok - e sendo os pais das crianças responsáveis pelo pagamento aos professores. Estes são também professores comunitários, jovens seleccionados no seio da comunidade que têm vindo a ser formados pelo projecto com o apoio da Escola de Formação de Professores 17 de Fevereiro de Bissau.
Este projecto da responsabilidade da ONGd portuguesa Instituto Marquês de Valle Flôr (www.imvf.org) e da organização guineense Tiniguena, co-financiado pelo Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento, é posicionado como visando o cumprimento do Objectivo 2: Alcançar o ensino primário universal até 2015 dos Objectivos de Desenvolvimento do Milénio (http://www.objectivo2015.org/educacao/index.shtml).
Desafio-vos a considerá-lo também, tal como a nossa conferência “A Sociedade da Saúde: novos contextos e dimensões” como um passo na continuação do cumprimento dos Objectivos:
1: Reduzir para metade a pobreza extrema e a fome até 2015
3:Promover a igualdade de género e empoderar as mulheres e
6:Combater o VIH/SIDA, a malária e outras doenças graves
Enquanto aguardamos pelas ideias fantásticas da Maria e da Cláudia já sabemos o preço base dos kits escolares que estamos a fazer: 3 euros. Temos um kit para as crianças da 1ª e da 2ª classe, um para os meninos e meninas da 3ª e da 4ª classe e um outro para as jovens e jovens da 5ª e da 6ª classe.
O objectivo é oferecer um “presente” pelo que podemos oferecer um kit sozinhos ou juntarmo-nos com 3 ou 6 colegas e oferecer na mesma um kit….o que é obrigatório é enviar uma frase para um desses meninos que vivem tão longe mas tão perto assinado por um estudante (nós os docentes somos eternamente estudantes) um bocadinho mais velho e que espero eu (eu sou lírica eu sei) já tenha percebido quão importante é podermos pensar de uma forma mais complexa, reflectir criticamente sobre os nossos quotidianos, expressarmos de forma clara as nossas ideias……isto é, o valor inestimável e inquestionável da possibilidade de acesso à educação.
Gostaria também - porque como todos sabem odeio dicotomias …. e já estamos no século XXI - que este projecto fosse visto como um projecto com certeza de cooperação mas essencialmente de comunicação para o desenvolvimento e de grassroots advocacy. Que tal ficarmos com uma cópia de todas as frases e entregá-las aos nossos colegas dos Objectivo 2015? Poderá ser este um primeiro passo para inundarmos os governos mundiais de pequenas acções cheias de significado?
Para quem como eu acredita que o modelo de comunicação / acção das Relações Públicas deve ser um modelo de comunicação como compreensão onde às RP compete: mapear e monitorizar a envolvente social e os diferentes contextos de relacionamento entre diferentes grupos em geral designados como públicos, produtores de uma vontade social, usando técnicas específicas que permitem uma assessoria estratégica ao nível da gestão organizacional tendo como objectivo contribuir para a prossecução de todo um conjunto de interesses (muitas vezes privados) no respeito estrito pelo interesse público então esta é a minha ponte….a ponte para a Comunicação no Interesse Público.
Traçar os limites conceptuais e epistemológicos ou fazê-los cair de uma vez por todas será o meu próximo desafio na prossecução da sustentabilidade das relações criadas e na construção de possibilidades de potenciação de valores de cooperação sem barreiras, dicotomias ou definições pré-concebidas.
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I strongly believe that even if as public relations practitioners we cannot expect to develop the human knowledge, we can and we should fulfil our mission: to promote the human understanding that will only be possible if we really believe that we only communicate if and only if we are able to understand.
While doing so we are simultaneously presupposing and promoting what Kant in the famous paragraph on sensus communis of the Critique of Judgement called the maxims of the common human understanding:
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O X Encontro do Departamento Organizacional promoveu o debate sobre o “segredo de justiça”, que proíbe a revelação de factos relacionados com casos em investigação e o receio do “tribunal da opinião pública” se sobrepor ao “tribunal das leis”.
Nos debates promovidos sobre o papel da comunicação e dos comunicadores para uma melhor compreensão da justiça, o Departamento convidou representantes dos principais actores da justiça: Magistrados, Advogados e Polícia.
A conclusão do Encontro foi marcada pela assinatura da “Carta para uma melhor Comunicação da Justiça”, onde foram descritas as normas de funcionamento para o melhor exercício do profissional de relações públicas junto da área da justiça.
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A transparência é um dos valores mais importantes para as organizações, nesta entrevista para o Programa For Immediate Release, o professor David Phillips explica porquê e relaciona o conceito com o impacto da Internet.
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Realiza-se no próximo dia 29 de Outubro (2008) o XI Encontro do Departamento de Comunicação Organizacional da Escola Superior de Comunicação Social, subordinado ao tema “O Estado da Arte das Relações Públicas em Portugal: Construir Valores, Construir Relações“.
Mais uma vez, o Departamento de Comunicação Organizacional juntamente com os alunos finalistas do Curso de Relações Públicas e Comunicação Empresarial e com os alunos do Mestrado de Gestão Estratégia das Relações Públicas promove o debate entre discentes, docentes, antigos alunos e profissionais.
Os convidados desta edição tornam o debate mais completo no que diz respeito à construção de relações no âmbito da comunicação corporativa; da comunicação de interesse público na área da saúde; da comunicação on-line. Para tal, conta-se com a presença de inúmeros especialistas nas áreas vigentes que irão promover a discussão e permitir o surgimento e esclarecimento de questões pertinentes. Assim, o painel do XI Encontro do Departamento de Comunicação Organizacional apresenta convidados como:
- José Paulo Machado (Responsável pelas Relações Institucionais do Grupo Sumol)
- André Martins (Equipa Vencedora)
- Hugo Esteves (Médico de Saúde Pública / Ordem dos Médicos)
- David Phillips (FIRP, FSNCR, Head of Digital Publicasity e Professor convidado na Universidade de Gloucester Bournemouth e Leeds Metropolitan)
Os trabalhos da sessão deste ano terminam com leitura e aprovação de um documento sobre a missão das RP na construção de valores e de relações.
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Neste encontro pretendeu-se incentivar o debate sobre a situação actual da profissão no nosso País, particularmente numa altura em que se afigurava como uma realidade incontornável o tema da acreditação profissional. Dois anos depois, o debate continua actual.
Num misto de esperança e incentivo, o Encontro terminou com a assinatura do “Manifesto para a Acreditação da Profissão de RP em Portugal”, na tentativa de acelerar o processo de reconhecimento oficial da actividade e criar meios de auto-regulação para credibilizar a profissão.
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